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QUANTO GASTAM OS PORTUGUESES COM A DEFESA?

Foram recentemente publicados os Anuários relativos à estatística da Defesa Nacional e Forças Armadas, em 2011 e 2012. São documentos importantíssimos para se perceber o caminho que estamos a seguir.

Muito recentemente, depois de um interregno de anos, o Ministério da Defesa Nacional publicou os Anuários Estatísticos dos primeiros dois anos do actual governo, 2011 e 2012. São publicações muito importantes para quem quer analisar o que se passa na Defesa e Forças Armadas. Começamos por ir ver quanto gastamos nesta área da governação.

Foram recentemente publicados os Anuários relativos à estatística da Defesa Nacional e Forças Armadas, em 2011 e 2012. São documentos importantíssimos para se perceber o caminho que estamos a seguir.

Estamos perante edições oficiais do Ministério da Defesa Nacional, e nesta primeira abordagem que fazemos ao volume respeitante a 2012, registamos desde já esta informação prévia: “O Anuário Estatístico da Defesa Nacional constitui um repositório de dados da Defesa, cuja recolha é efetuada pelo Estado-Maior-General das Forças Armadas, Ramos das Forças Armadas e Serviços Centrais de Suporte do Ministério da Defesa Nacional. A informação estatística da presente edição reporta-se ao ano de 2012. Contudo em áreas específicas como finanças, pessoal, armamento e equipamentos da Defesa, infraestruturas, ensino e formação, assistência na doença aos militares das Forças Armadas e atividade inspetiva, são apresentados dados de anos anteriores, através dos quais é possível avaliar a respetiva evolução no passado recente».

Quanto gastamos com a Defesa Nacional?

Como se pode ver pelos quadros anexos (todos inseridos no Anuário de 2012, excepto o documentos das Finanças do Reino Unido), os portugueses são o povo que menos gasta “per capita” no conjunto dos 10 países aliados escolhidos para fazer a comparação e muito abaixo da média dos países da NATO. Se somos dos mais pobres, parece quase natural que assim seja, isso não se discute embora, mas a sensação que muitas vezes passa para opinião pública, aponta em sentido contrário. Aqui fica o registo.

Desde 2006 pelo menos – antes portanto da “crise” – …read more

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