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Negociação da EMGEPRON com Angola ‘subiu no telhado’: africanos não têm dinheiro…

Acordo Brasil Angola Pronaval - foto 2 Ministério da Defesa

5 de setembro de 2014: os ministros da Defesa Amorim e Lourenço formalizam parceria “altamente estratégica”

Roberto Lopes
Editor de Opinião da Revista Forças de Defesa

A negociação iniciada, ano passado, pela Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON), vinculada à Marinha do Brasil, para fornecer sete navios-patrulha costeiros de 500 toneladas à Força Naval de Angola, está congelada e, nesse momento, sem perspectivas de ser retomada. Os angolanos não tem dinheiro para custear a construção das unidades.

Na verdade, os dois caminhos que se abrem como passo seguinte aos contatos havidos até aqui sobre o assunto, são igualmente ruins:

Hipótese A: a formalização do adiamento das tratativas sobre o contrato que garantiria a fabricação das embarcações, em função da incapacidade do governo de Luanda de honrar os aportes iniciais de recursos considerados necessários ; ou

Hipótese B: a finalização, pura e simples, dos entendimentos bilaterais que visavam respaldar o apoio da Marinha do Brasil ao chamado Programa de Desenvolvimento do Poder Naval de Angola (PRONAVAL) – que prevê, além da aquisição de navios, a montagem de um estaleiro para a produção de navios militares em território angolano.

MET – Militares do Brasil e de Angola mantém em sigilo os detalhes da venda dos barcos de patrulha – cujo valor é estimado no patamar dos 170 milhões de dólares –, mas sabe-se que apenas quatro deles seriam fabricados no Brasil (no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro ou em uma empresa privada). Os restantes sairiam do estaleiro que os angolanos planejam erguer, com assistência técnica e equipamentos brasileiros, em uma localidade litorânea a 200 km da capital angolana.

NPa Macaé 054a

Navio-patrulha costeiro “Macaé”

Além disso, o PRONAVAL comprometia a Marinha brasileira com a formação e a capacitação de pessoal angolano, tanto para operar as embarcações como para a atividade de produção no novo …read more

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