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Desmascarado o plano secreto dos EUA contra Damasco: Entenda a ação dos russos antes e depois do ataque de EUA e Reino Unido, por Elijah J Magnier

França prometeu mandar aviões, mas não mandou*

15/4/2018,
Antes do triplo ataque à Síria por EUA, Reino Unido e França, houve contatos intensos promovidos pelos russos e pessoalmente pelo próprio presidente Putin – às 4h da madrugada – para reduzir o ataque e conseguir que passássemos todos para um “Plano B” mais suave e menos avassalador.

A Rússia, nos contatos com vários chefes de Estado, rejeitou absolutamente qualquer ataque que incapacitasse o Exército Sírio, e instruiu a liderança em Damasco no sentido de que, doravante, passava a ser essencial obrigar o Ocidente a pensar muito bem antes de tentar alterar radicalmente o equilíbrio de poder no Levante.

Mas qual a razão real por trás do ataque EUA-Reino Unido-França? O que teria a ver com “ataque químico” em Duma? A Organização para a Proibição de Armas Químicas já estava em Damasco, e seus especialistas estiveram em Duma no sábado para inspecionar o local onde teria havido um ataque com armas químicas. Por que os EUA não podiam esperar pelos resultados?

Fontes em Damasco contam que o Exército Sírio e aliados, apoiados pela Rússia, estavam ativos naquele momento, num grande ataque na área rural de Idlib e já haviam chegado ao aeroporto em Abu al-Duhur, quando, de repente, toda a operação militar parou. E toda a força avançada foi rapidamente transferida para Ghouta. O que aconteceu?

A Rússia levou à liderança síria informes sobre uma grande concentração de forças na base militar em Al-Tanf ocupada pelos EUA na fronteira sírio-iraquiana, onde dezenas de milhares de agentes locais dos EUA (“combatentes por procuração”) recebem treinamento militar continuado. Os russos identificaram movimentação não usual de militares e rapidamente compreenderam que os EUA preparavam-se para empurrar seus agentes locais na direção de Ghouta leste, onde se reuniriam aos cerca de 30 mil terroristas que já estavam em Ghouta. …read more

Leia mais: Notícia Final

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