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Marinha compra um quarto navio AHTS, o ‘Sea Badger’

Sea Badger

Embarcação vai se somar às três unidades AHTS adquiridas anteriormente

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

A empresa norueguesa de serviços marítimos Deep Sea Suply (hoje parte da importante companhia de serviços offshore Solstad Farstad) anunciou, nesta segunda-feira, a venda de um quarto navio tipo ATHS (Anchor Handling Tug Supply), de manuseio de âncoras, à Marinha do Brasil (MB).

A Força Naval brasileira já havia recebido as embarcações Sea Fox, Sea Vixen e Sea Stoat – compradas em setembro passado por um valor total de 82,8 milhões de Reais (equivalentes, à época, a 24 milhões de dólares) –, e agora adquiriu também a Sea Badger, transferida aos militares na última sexta-feira (13.04) sem que o seu preço fosse anunciado.

A Sea Badger foi construída, em 2011, pelo estaleiro indiano ABG Ltd. Como as demais AHTS ela desloca 1.940 toneladas, acomoda até 28 tripulantes/passageiros, e tem capacidade de tração de, aproximadamente, 90 toneladas.

Os AHTS servirão às missões de reboque oceânico, aprovisionamento de instalações da Marinha fincadas em áreas remotas (territórios insulares), transferência de combustível no mar, busca e salvamento e patrulhamento costeiro.

Os navios, de 63,4 m de comprimento, 15,8 m de largura e 4,4 m de calado, têm baixa velocidade máxima: 13,5 nós – o que restringe seu emprego contra pesqueiros modernos surpreendidos em atuação ilegal dentro de águas jurisdicionais brasileiras, lanchas rápidas que transportem contrabando ou entorpecentes e, mesmo, botes a motor utilizados por piratas marítimos.

Os primeiros três AHTS adquiridos pela MB

Metralhadoras

As unidades serão integradas aos diferentes grupamentos de patrulha dos Distritos Navais. As três primeiras foram designadas para as bases da Marinha em Salvador, Rio Grande (RS) e Belém.

Segundo o Poder Naval pôde apurar, cada um dos navios será equipado com um par de metralhadoras pesadas .50 (12,7 mm).

As primeiras embarcações transferidas à MB foram anteriormente usadas pela estatal petrolífera …read more

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