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A Cimeira Kim-Trump: factos, fantasias e perspectivas

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por Tim Beal

Esta literatura florescente é emitida com banalidades e trivializações . De modo redundante, destacam camuflagens óbvias como percepções; Jimmy Carter conta-nos que “A prioridade principal dos líderes da Coreia do Norte é preservar o seu regime e mantê-lo tão livre quanto possível do controle externo”. Bastante verdadeiro, mas não será isto o que fazem, ou deveriam fazer, todos os governos? E a seguir temos jornalistas a tropeçarem em clichés; Eugene Robinson no Washington Post pontifica que “a Coreia do Norte é uma das mais brutais ditadura do mundo, um reino eremita dominado por um regime fanático e paranóico. Sua liderança não é suicida, contudo, e Kim é claramente invejoso da tecnologia e riqueza ocidental”. Um reino eremita por definição não desejaria tecnologia estrangeira e muito menos estaria “invejoso” dela. Por que utilizar apenas uma ideia cliché numa sentença se se pode condensar duas na mesma?
Talvez a ideia mais imbecil seja exemplificada por David Ignatius: “Trump e Kim Jong Un tem um bocado em comum. Será isso uma coisa boa?” Sabemos um pouco mais acerca de Trump do que de Kim mas é evidente que eles têm personalidades muito diferentes. E as suas situações, as quais dão origem a motivações e aspirações, dificilmente poderiam ser mais diferentes.
E assim por diante.
A fim de limpar o ar sobre um tema que é muito complexo mas também uma situação tolamente simples é útil declarar resumidamente uns tantos factos salientes e identificar algumas ilusões.

Factos

Contexto histórico e geopolítico

Primeiramente os antecedentes históricos que apresentam o contexto para a situação que se desenvolveu:
Em 1945, no fim da Guerra do Pacífico, os Estados Unidos dividiram a Coreia. A União Soviética anuiu a esta iniciativa americana e Staline foi criticado, …read more

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