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EXCLUSIVO: Marinha desprioriza submarino nuclear para investir nos meios de superfície

SN-BR Álvaro Alberto - Pintura de Carlos Kirovsky
Submarino nuclear (SN-BR) Álvaro Alberto – Pintura de Carlos Kirovsky

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

A chamada Alta Administração Naval (Almirantado+Comandante da Marinha) está examinando uma série de providências destinadas a mudar o foco dos principais investimentos da Força, trocando o PROSUB (Programa de Desenvolvimento de Submarinos) “a qualquer custo” pela recuperação dos meios de superfície da Esquadra.

O Almirantado já definiu a necessidade mínima de 12 escoltas modernos, para que a Força de Superfície seja capaz de cumprir, de forma eficaz, as tarefas a ela atribuídas.

O prazo de obtenção desses navios, por encomenda ou compras de oportunidade, é a próxima década.

A maior parte dos oficiais envolvidos no reaparelhamento da Esquadra defende que essa conta de 12 unidades represente apenas o somatório das 4 unidades Classe Tamandaré com 8 navios novos – o que exclui do cálculo as fragatas Niterói e Greenhalgh, além das corvetas Inhaúma.

Mas ninguém sabe se o atendimento a esses critérios irá se revelar viável.

O conjunto de medidas que visa acabar com o estrangulamento financeiro da Esquadra por causa do PROSUB não se resume a um mero redirecionamento de gastos.

Timbira atracado no EBN em Itaguaí – foto: Marinha do Brasil

IKL-209 – Ele inclui, por exemplo, a redefinição do perfil operacional da Itaguaí Construções Navais (ICN) – joint venture do Naval Group francês com a empreiteira brasileira Odebrecht – que, além de construir os submarinos Classe Scorpène e o casco do Álvaro Alberto, primeiro submarino de propulsão nuclear, passaria a trabalhar também em reparos navais, utilizando a área e os equipamentos do complexo naval militar de Itaguaí (RJ).

Um dos planos sob avaliação é transferir para o complexo naval militar de Itaguaí – “casa” da ICN – o PMG dos submarinos Classe IKL-209 Tamoio e Tapajó, inicialmente previsto para ser realizado, a partir do ano que vem, no …read more

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