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Defensoria Pública pede manutenção das regras do Mais Médicos

Programa Mais Médicos

O governo cubano anunciou durante a semana a retirada dos seus profissionais do programa Mais Médicos, alegando “desrespeito” e “referências diretas, depreciativas e ameaçadoras” feitas pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro.



A Defensoria Pública da União emitiu uma nota pedindo a manutenção das regras do programa Mais Médicos. Segundo o órgão, a saída de milhares de médicos sem a reposição adequada de profissionais traz prejuízo à população.

“O pedido de tutela de urgência em caráter antecedente à ação civil pública [ACP] visa evitar que ‘a população atendida seja prejudicada com a saída abrupta de milhares de médicos sem que a União previamente promova medidas efetivas de modo a repor imediatamente o quantitativo de médicos que estão em vias de deixar o programa’”, diz a nota da Defensoria.

O programa Mais Médicos foi criado em 2013 durante o governo de Dilma Rousseff. O projeto consistia em uma ajuda de médicos cubanos para trabalhar no Brasil em áreas com poucos profissionais brasileiros. De acordo com o governo cubano, a saída do programa foi devido a “declarações ameaçadoras e depreciativas” do presidente eleito Jair Bolsonaro.
O Ministério da Saúde comunicou na quarta-feira (14) que irá abrir edital para ocupar as vagas dos cubanos no programa Mais Médicos.

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