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Isolamento regional fará Maduro aprofundar relações com Rússia e China, diz professor

O presidente chinês Xi Jinping com o presidente da Venezuela Nicolás Maduro durante a visita do último à China

A posse do segundo mandato do presidente Nicolás Maduro foi cercada de declarações negativas de países vizinhos. A Sputnik Brasil ouviu Roberto Santana, professor de História e Relações Internacionais da UERJ sobre o assunto. Ele explicou como o olhar para além do Ocidente pode ajudar a Venezuela a contornar a crise e o isolamento regional.

Para o professor Roberto Santana a atual crise na Venezuela pode ter seu início localizado na primeira vitória eleitoral de Maduro para a presidência, em 2013. Ele ressalta que atualmente as forças políticas da oposição na Venezuela não reconhecem os resultados eleitorais que deram a vitória novamente ao chavismo, já em 2018. Os grupos de oposição a Maduro afirmam que as eleições que garantiram o segundo mandato ao chavista teriam sido fraudadas.


“Essa postura da direita carece de fundamento, porque a Justiça Eleitoral venezuelana também fez a eleição legislativa de 2015, na qual a oposição saiu amplamente vitoriosa. Então fica uma impressão de que a oposição de direita reconhece quando ela vence e não reconhece quando ela perde”, afirmou Santana.

O pesquisador se lembra também do aspecto econômico da crise que assola a Venezuela. Ele aponta que o país está sob sanções econômicas impostas pelo governo de Donald Trump, dos Estados Unidos. As sanções, segundo explica Santana, têm “sufocado” a economia venezuelana e “prejudicando” o povo do país.

“O problema econômico atual da Venezuela ele é de fora para dentro. Há um bloqueio econômico sobre a Venezuela — foi imposto pelo presidente Donald Trump desde o ano passado”, ressalta o professor. Ele explica que as sanções econômicas dificultam as principais transações da economia do país, excluído do mercado financeiro dos EUA, o principal do mundo. Essa situação se reflete no conflito político interno. Em seu segundo mandato consecutivo, Maduro assume o governo sem apoio da Assembleia Nacional, o …read more

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