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O MANDATO DO “GRUPO DE LIMA” PARA DESENCADEAR MUDANÇAS NO REGIME NA VENEZUELA.

Sua pretensão de ser um corpo internacional é irresponsável e perigosa.

Sessenta anos atrás, o Canadá não rompeu relações diplomáticas com Cuba, enquanto a OEA expulsou Cuba da organização após o triunfo da Revolução Cubana. Hoje, a OEA permanece firme, com seu mandato de não interferir, enquanto o Canadá lidera uma divisão ilegítima de países da OEA, auto intencionados como Grupo de Lima, para pressionar pela mudança de regime na Venezuela. Isso é irresponsável e perigoso.


Nessa época, há sessenta anos, Cuba acabara de ganhar sua revolução por meio de uma revolta popular que derrubou um ditador. Dois anos depois, em 1961, os EUA planejaram uma falsa invasão de bandeira de Cuba que fracassou. Mais tarde, em 1962, a Organização dos Estados Americanos (OEA) voltou-se contra Cuba e expulsou-a da organização que isolava o país até 2009, quando a OEA convidou Cuba a se unir novamente. Cuba recusou. Os EUA mantiveram progressivamente o bloqueio comercial e financeiro unilateral na ilha desde 1960.

Desde 1º de janeiro de 1959, o Canadá assumiu principalmente uma posição independente em relação a Cuba e manteve relações diplomáticas e comerciais com o país. Ainda hoje, quando o governo dos EUA coloca Cuba como membro da “troika da tirania” junto com a Nicarágua e a Venezuela, o governo canadense está praticando uma associação formal com o governo cubano ainda declaradamente socialista. Pode muito bem ser a fim de proteger os extensos interesses construídos ao longo do tempo sem a concorrência das empresas dos EUA. Mas esse é um tópico diferente.


Hoje, em uma revolução socialista diferente na Venezuela, temos uma situação inversa.

Hugo Chávez ganhou a presidência da Venezuela através de eleições democráticas em 1999, como fez o atual presidente Nicolas Maduro em 2013. Todas as 25 eleições em diferentes níveis nos últimos vinte …read more

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