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EUA têm longa história de intervenção em assuntos internos da Venezuela

A influência dos EUA na Venezuela é parte de um plano imperial de dois séculos

9/2/2019, Shane Quinn,

Uma Venezuela servil e rendida aos interesses comerciais dos empresários norte-americanos teria poder para conter o declínio já visível da superpotência, que pode ser rastreado até o momento, em outubro de 1949, quando os EUA ‘perderam’ a China; dali em diante a erosão ainda foi aprofundada ao longo de décadas, e acelerada, ainda no século 20, pelas calamitosas intervenções no Afeganistão, Iraque e Síria.

Particularmente, quando se examinam as ações de nações altamente influentes como os EUA, facilmente se as identificam com o modus operandi de potências imperialistas. Os EUA sempre manifestaram ambições expansionistas ao longo dos últimos 196 anos, desde a Doutrina Monroe de 1823, batizada em homenagem ao então presidente e Pai Fundador James Monroe.

A Doutrina Monroe delineou a necessidade de desalojar do território americano o colonialismo europeu, vastas áreas que líderes norte-americanos sucessivos consideravam como área de influência dos EUA.

Ao longo de gerações, os EUA promoveram incontáveis ações de intervenção em outros países, algumas no lado mais distante dos EUA, no planeta. Com os EUA acumulando capacidades militares, os ataques norte-americanos infligiram cada vez mais miséria e sofrimento, com número sempre crescente de massacres e massacrados. Os EUA mataram milhões na Coreia, no Vietnã, no Iraque (na Líbia, na Guatemala, na Síria…).

Essas informações históricas têm escapado sistematicamente do campo de visão dos ‘analistas’ midiáticos, que só fazem repetir o discurso do “tradicional papel de liderança global dos EUA” como se fosse – e não é! – “um paradigma a ser seguido”. E que seriam os russos “quem, desde 1945, só fazem tentar agredir a democracia norte-americana”.

Os EUA jamais estiveram sozinhos no desejo de submeter outros países à própria força, e sempre houve nações imperialistas que tentaram …read more

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