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As mentiras do Poder argelino

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Thierry Meyssan

Os critérios que se utilizam habitualmente na política para explica os jogos de poder não se aplicam à Argélia. Os seus dirigentes actuais são antes de mais impostores que fabricaram de si próprios, um a seguir a outro, falsas biografias para obter a consideração dos seus concidadãos. Passando de umas para outras, conseguiram chegar ao topo do Estado. E, aí se mantêm por vontade das grandes potências que fazem de conta que acreditam nas suas fábulas para melhor os manipular.

Desde há uma vintena de anos, a maioria das biografias dos dirigentes argelinos é falsificada. Todos reclamam ter-se batido pela libertação nacional face à Ocupação francesa, mas raros são os que efectivamente o fizeram. Os verdadeiros heróis foram afastados há muito tempo.

Tradução
Alva

[1] Bouteflika, une imposture algérienne, Mohamed Benchicou, Le Matin, 2003.
[2] ” Le report des élections algériennes et la bombe Brahimi, par Khalida Bouredji, Réseau Voltaire, 15 mars 2019.
[3] Islam and democracy : the failure of dialogue in Algeria, Frédéric Volpi, Pluto Press, 2003 (p. 55 et suivantes).
[5] ” L’opium, la CIA et l’administration Karzai, par Peter Dale Scott, Traduction Anthony Spaggiari, Réseau Voltaire, 10 décembre 2010. ” Le partenaire afghan de Monti, par Manlio Dinucci, Traduction Marie-Ange Patrizio, Il Manifesto (Italie), Réseau Voltaire, 9 novembre 2012.
[6] “A Alemanha e a ONU contra a Síria”, Thierry Meyssan, Tradução Alva, Al-Watan (Síria) , Rede Voltaire, 28 de Janeiro de 2016.
[7] Nós distinguimos a religião muçulmana da sua manipulação política, o islamismo, tal com é …read more

Leia mais: Notícia Final

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