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Restrição a voos de baixa altitude pode aumentar a vida útil dos bombardeiros B-1B

A capacidade de penetração a baixa altura do Lancer pode ser perdida para reduzir a fadiga da estrutura da aeronave

O bombardeiro B-1B Lancer da USAF (Força Aérea dos EUA), um avião projetado com capacidade de penetração a baixa altura, poderá terminar sua vida executando apenas missões em altitudes mais altas. A mudança é uma das várias opções que estão sendo consideradas para manter a aeronave voando nos próximos anos. O motivo é o desgaste que as missões de baixa altitude provocam na estrutura da aeronave.

“Estamos trabalhando em conjunto com as tripulações, equipes de manutenção, engenheiros da indústria e comandantes para identificar e determinar quais alterações, se houver alguma, podem ser feitas à medida que equilibramos a necessidade operacional hoje com a longevidade da estrutura B-1 para o futuro”, afirmou o porta-voz do Comando de Ataque Global da Força Aérea, tenente-coronel David Faggard.

Especificamente, as autoridades estão avaliando se os pilotos devem parar de usar o recurso de acompanhamento de terreno de baixa altitude do B-1, conhecido como modo TER FLW (Terrain Following), durante o treinamento. O modo é acionado por um interruptor simples na aviônica do avião.

“O B-1 e suas tripulações prestaram apoio profissional e constante na luta antiterror por décadas, missão para qual a aeronave não foi projetada”, disse Faggard.

“Estamos construindo um plano de transição viável para nos levar da força de bombardeiros que temos agora para a força de bombardeiros do futuro. Podemos mudar de tática – alterando, trazendo de volta ou evitando táticas ou procedimentos necessários em qualquer bombardeiro a qualquer momento no futuro”, disse Faggard na sexta-feira.

O TER FLW, que permite que o avião opere em baixas altitudes foi desenvolvido para que o B-1 “evitasse os radares soviéticos, voando abaixo dos mesmos, no transporte de armas nucleares e se evadisse do local”, disse o major Charles “Astro” …read more

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